Yes they Cannes
Hierarquizá-las seria tão justo quanto não as referir. Por isso, numa ordem em que o único critério é o estilo uniforme, elegemos os 50 melhores looks de Cannes.
Desde as supermodelos que declamaram poemas a Roberto Cavalli, aos sempre seguros Elie Saab, aos Pucci inesperados, às plumas retumbantes, às paillettes intoxicantes e às estruturas que só na Croisette funcionariam, durante uma semana, os olhos do mundo estiveram em Cannes e os corações bateram em uníssono, descompassadamente, pelas caudas e volumes, bordados e brocados, levezas e êxtases.
E que cada red carpet se posicione no seu galho: se o MET serve para deixar os vestidos de baile em casa, os CFDA Awards para grito de Ipiranga do estilo e os Óscares para o desfile do glamour, Cannes é a passerelle do melhor de todas as passadeiras. Há estilo – veja-se o Dolce&Gabbana de Giovanna Battaglia -, há riscos – atente-se às transparências de Heidi Klum -, há beleza tradicional – como no Gucci de Jessica Chastain -, e há escolhas repetidamente acertadas – venere-se qualquer uma das aparições de Diane Kruger que, de Versus a Dior, de Chanel a Prabal Gurung, conquistou a coroa de Rainha da Riviera, merecendo os nossos aplausos, vénias, elogios, aclamações e qualquer outra forma de bajulação que atinja o objetivo de aclamar o estilo e pedir o encore.
Por: Irina Chitas