Que andar de bicicleta é cool e está na moda, já sabíamos. Agora passámos também a saber onde ir para personalizar a nossa bicicleta e torná-la num objeto de design invejável.
Oferecer um artigo que satisfaz a busca pela individualidade, pela exclusividade e pela capacidade de escolha: foram estes os motivos que levaram Henrique Pinho a fundar a DryDrill.
A empresa é portuguesa e veio conquistar um lugar que ainda não estava ocupado em Portugal, mas que com a crescente tendência do uso de bicicletas na cidade veio mesmo a calhar. O objetivo é tornar as bicicletas personalizáveis, feitas à medida do gosto de cada um. Para isso, fabricam os componentes, como quadros, forquetas e rodas, cujo preço pode ir dos 680 euros até acima dos 1.000, dependendo do material e das necessidades do cliente – e de quanto está disposto a pagar. A DryDrill não pretende ganhar um estatuto de mercado massificado, mas sim fazer parte de uma experiência de proximidade com o comprador. E pretende também elevar a importância que damos às bicicletas: para quê deixá-las para sempre escondidas na garagem, quando as podemos transformar num belíssimo objeto decorativo e expô-lo na sala de estar?
Segundo Henrique, esta é “a marca das bicicletas que são um acessório de moda”, como afirmou em entrevista ao Público. Que seja uma moda para ficar, então.
Por: Joana Isabel Duarte